A formação dos agentes climáticos foi um caminho de construção conjunta, reunindo saberes do território e ferramentas práticas para lidar com eventos climáticos extremos. Ao longo dos encontros, o grupo explorou conceitos de risco, mapeou áreas vulneráveis, testou tecnologias, discutiu estratégias de preparação e experimentou formas de fortalecer a resposta comunitária.
Mais do que aulas, foi um processo de troca: cada pessoa trouxe sua experiência, seus olhares e sua vontade de cuidar do lugar onde vive. Dessa combinação nasceu uma rede mais preparada, conectada e consciente do papel que pode desempenhar diante dos desafios do clima.
O que começou como uma formação se torna agora uma força coletiva que segue em movimento — ampliando cuidado, articulando iniciativas e abrindo caminhos para uma atuação comunitária ainda mais forte e justa.
